segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Dificuldades na Aprendizagem DISLEXIA



A disléxia é considerada como um distúrbio ou transtorno na aprendizagem em torno da aprendizagem da leitura e escrita. A dislexia não é resultado de uma má alfabetização e sim por fatores hereditários que apresentam auterações nos fatores neurológicos.

Sinais de alerta

Como a dislexia e genetica e hereditaria, se a crianca possuir pais ou outros parentes dislexicos quanto mais cedo for realizado o diagnostico melhor para os pais, a escola e a propria crianca. A crianca podera passar pelo processo de avaliacao realizada por uma equipe multidisciplinar especializada (vide adiante), mas se nao houver passado pelo processo de alfabetizacao o diagnostico sera apenas de uma "crianca de risco".

Havera sempre:
*dificuldades com a linguagem e escrita ;
*dificuldades em escrever;
*dificuldades com a ortografia;
*lentidao na aprendizagem da leitura;

Havera muitas vezes :
*disgrafia (letra feia);
*discalculia, dificuldade com a matematica, sobretudo na assimilacao de simbolos e de decorar tabuada;
*dificuldades com a memoria de curto prazo e com a organizacao;
*dificuldades em seguir indicacoes de caminhos e em executar sequencias de tarefas complexas;
*dificuldades para compreender textos escritos;
*dificuldades em aprender uma segunda lingua.

Havera as vezes:

*dificuldades com a linguagem falada;
*dificuldade com a percepcao espacial;
*confusao entre direita e esquerda.



Pre -Escola
Fique alerta se a crianca apresentar alguns desses sintomas:
*Dispersao;
*Fraco desenvolvimento da atencao;
*Atraso no desenvolvimento da fala e da linguagem;
*Dificuldade em aprender rimas e cancoes;
*Fraco desenvolvimento da coordenacao motora;
*Dificuldade com quebra cabeca;
*Falta de interesse por livros impressos;

O fato de apresentar alguns desses sintomas nao indica necessariamente que ela seja dislexica; ha outros fatores a serem observados. Porem, com certeza, estaremos diante de um quadro que pede uma maior atencao e/ou estimulacao.

Idade Escolar
Nesta fase, se a crianca continua apresentando alguns ou varios dos sintomas a seguir, e necessario um diagnostico e acompanhamento adequado, para que possa prosseguir seus estudos junto com os demais colegas e tenha menos prejuizo emocional:· Dificuldade na aquisicao e automacao da leitura e escrita;
*Pobre conhecimento de rima (sons iguais no final das palavras) e aliteracao (sons iguais no inicio das palavras);
*Desatencao e dispersao;
*Dificuldade em copiar de livros e da lousa;
*Dificuldade na coordenacao motora fina (desenhos, pintura) e/ou grossa (ginastica,danca,etc.);
*Desorganizacao geral, podemos citar os constantes atrasos na entrega de trabalhos escolares e perda de materiais escolares;
*Confusao entre esquerda e direita;
*Dificuldade em manusear mapas, dicionarios, listas telefonicas, etc...
*Vocabulario pobre, com sentencas curtas e imaturas ou sentencas longas e vagas;
*Dificuldade na memoria de curto prazo, como instrucoes, recados, etc...
*Dificuldades em decorar sequencias, como meses do ano, alfabeto, tabuada, etc..
*Dificuldade na matematica e desenho geometrico;
*Dificuldade em nomear objetos e pessoas (disnomias)
*Troca de letras na escrita;
*Dificuldade na aprendizagem de uma segunda lingua;
*Problemas de conduta como: depressao, timidez excessiva ou o ‘’palhaco’’ da turma;
*Bom desempenho em provas orais.

Se nessa fase a crianca nao for acompanhada adequadamente, os sintomas persistirao e irao permear a fase adulta, com possiveis prejuizos emocionais e consequentemente sociais e profissionais.

Adultos
Se nao teve um acompanhamento adequado na fase escolar ou pre-escolar, o adulto dislexico ainda apresentara dificuldades;
*Continuada dificuldade na leitura e escrita;
*Memoria imediata prejudicada;
*Dificuldade na aprendizagem de uma segunda lingua;
*Dificuldade em nomear objetos e pessoas (disnomia);
*Dificuldade com direita e esquerda;
*Dificuldade em organizacao;
*Aspectos afetivos emocionais prejudicados, trazendo como consequencia: depressao, ansiedade, baixa auto estima e algumas vezes o ingresso para as drogas e o alcool.

Os sintomas que podem indicar a dislexia, antes de um diagnostico multidisciplinar, so indicam um disturbio de aprendizagem, nao confirmam a dislexia. E nao para por ai, os mesmos sintomas podem indicar outras situacoes, como lesoes, sindromes e etc.

Entao, como diagnosticar a dislexia?





Identificado o problema de rendimento escolar ou sintomas isolados, que podem ser percebidos na escola ou mesmo em casa, deve se procurar ajuda especializada.

Uma equipe multidisciplinar, formada por Psicologa, Fonoaudiologa e Psicopedagoga Clinica deve iniciar uma minuciosa investigacao. Essa mesma equipe deve ainda garantir uma maior abrangencia do processo de avaliacao, verificando a necessidade do parecer de outros profissionais, como Neurologista, Oftalmologista e outros, conforme o caso.

A equipe de profissionais deve verificar todas as possibilidades antes de confirmar ou descartar o diagnostico de dislexia. E o que chamamos de AVALIACAO MULTIDISCIPLINAR e de EXCLUSAO.

Outros fatores deverao ser descartados, como deficit intelectual, disfuncoes ou deficiencias auditivas e visuais, lesoes cerebrais (congenitas e adquiridas), desordens afetivas anteriores ao processo de fracasso escolar (com constantes fracassos escolares o dislexico ira apresentar prejuizos emocionais, mas estes sao consequencias, nao causa da dislexia).

Neste processo ainda e muito importante:

Tomar o parecer da escola, dos pais e levantar o historico familiar e de evolucao do paciente.

Essa avaliacao nao so identifica as causas das dificuldades apresentadas, assim como permite um encaminhamento adequado a cada caso, por meio de um relatorio por escrito.

Sendo diagnosticada a dislexia, o encaminhamento orienta o acompanhamento consoante as particularidades de cada caso, o que permite que este seja mais eficaz e mais proveitoso, pois o profissional que assumir o caso nao precisara de um tempo, para identificacao do problema, bem como tera ainda acesso a pareceres importantes.

Conhecendo as causas das dificuldades, o potencial e as individualidades do individuo, o profissional pode utilizar a linha que achar mais conveniente.

Os resultados irao aparecer de forma consistente e progressiva. Ao contrario do que muitos pensam, o dislexico sempre contorna suas dificuldades, encontrando seu caminho. Ele responde bem a situacoes que possam ser associadas a vivencias concretas e aos multiplos sentidos. O dislexico tambem tem sua propria logica, sendo muito importante o bom entrosamento entre profissional e paciente.

Outro passo importante a ser dado e definir um programa em etapas e somente passar para a seguinte apos confirmar que a anterior foi devidamente absorvida, sempre retomando as etapas anteriores. E o que chamamos de sistema MULTISSENSORIAL e CUMULATIVO.

Como lidar com dificuldade na aprendizagem

O termo 'dificuldade de aprendizagem' começou a ser usado na década de 60 e até hoje - na maioria das vezes - é confundido por pais e professores como uma simples desatenção em sala de aula ou 'espírito bagunceiro' das crianças. Mas a dificuldade de aprendizagem refere-se a um distúrbio - que pode ser gerado por uma série de problemas cognitivos ou emocionais - que pode afetar qualquer área do desempenho escolar.

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Na maioria dos casos é o professor o primeiro a identificar que a criança está com alguma dificuldade, mas os pais e demais membros da família devem ficar atentos ao desenvolvimento e ao comportamento da criança.

Segundo especialistas, as crianças com dificuldades de aprendizagem podem apresentar desde cedo um maior atraso no desenvolvimento da fala e dos movimentos do que o considerado 'normal'.

Mas os pais têm que ter cuidado para não confundir o desenvolvimento normal com a dificuldade de aprender. A psicóloga Maura Tavares Rech, especialista em psicoterapia infantil, afirma que "toda a criança tem um processo diferente de desenvolvimento - umas aprendem a andar mais cedo, outras falam mais cedo - e isso é absolutamente normal, não existe um 'padrão' de desenvolvimento. Portanto é importante que os pais respeitem o desenvolvimento geral da criança. Nesta fase o pediatra torna-se um grande aliado dos pais", diz a psicóloga.

Crianças com dificuldades de aprendizagem geralmente apresentam desmotivação e incômodo com as tarefas escolares gerados por um sentimento de incapacidade, que leva à frustração.

Neste caso, a orientação da psicóloga é de "valorizar o que a criança sabe para fortalecer sua auto-estima". Mostrar para a criança o quanto ela e boa em tarefas na qual ela tem habilidade e incentivá-la a desenvolver outras tarefas nas quais ela não é tão boa, é fundamental.

"Os pais têm que dar segurança e atenção para ensinar a criança a aceitar as frustrações", diz Maura. Criar um ambiente adequado para que ela desenvolva o estudo e estabelecer limite de horários para a realização das tarefas são outras dicas importantes da psicóloga.

Mas não se deve confundir dificuldade de aprendizagem com falta de vontade de realizar as tarefas. Maura afirma que problemas de aprendizagem podem ser causados por uma simples preferência por determinadas disciplinas ou assuntos. "Nestes casos um professor particular pode, muitas vezes, resolver o problema", diz ela.

Se os pais acreditam que seu filho apresenta dificuldades de aprendizagem, devem procurar um profissional para receber as orientações.

Neste caso, os psicólogos com especialização em clinica infantil, são os profissionais adequados para realizar uma avaliação e tratar da criança, se o problema for gerado por fator emocional. Caso o diagnóstico da criança for dificuldade cognitiva, a criança deve ser encaminhada para um psicopedagogo que poderá ajudar no desenvolvimento dos processos de aprendizagem.

Para obter resultados concretos é preciso ser feito um trabalho em conjunto entre pais, psicólogos, escolas e professores, que deverão estar envolvidos com um único objetivo: ajudar a criança. E é imprescindível que os pais conheçam seus filhos e conversem freqüentemente com eles para que possam detectar quando algo não vai bem.



segunda-feira, 31 de agosto de 2009

O que são realmente dificuldades de aprendizagem?

Não há dúvidas que, para “o fazer” cotidiano dos professores, constitui um importante problema abordar o desafio colocado por um considerável número de alunos que, sem deficiência mental, nem sensorial, nem privação ambiental, não alcançam rendimentos inicialmente esperados em suas aprendizagens.

O que são realmente as dificuldades de aprendizagem?

A literatura sobre as dificuldades de aprendizagem se caracteriza por um conjunto desestruturado de argumentos contraditórios.

Apesar do conceito de dificuldades de aprendizagem apresentar diversas definições e ainda ser um pouco ambíguo, é necessário que tentemos determinar à que fazemos referência com tal expressão ou etiqueta diagnóstica, de modo que se possa reduzir a confusão com outros termos tais como “necessidades educativas especiais”, “inadaptações por déficit socioambiental” etc.,.

Podemos assinalar como elementos de definição mais relevantes:

  • A criança com transtornos de aprendizagem tem uma linha desigual em seu desenvolvimento.

  • Seus problemas de aprendizagem não são causados por pobreza ambiental.

  • Os problemas não são devidos a atraso mental ou transtornos emocionais.

Em síntese, só é procedente falar em dificuldades de aprendizagem quando fazemos referência a alunos que:

  • Têm um quociente intelectual normal, ou muito próximo da normalidade, ou ainda, superior.

  • Seu ambiente sóciofamiliar é normal.

  • Não apresentam deficiências sensoriais nem afecções neurológicas significativas.

  • Seu rendimento escolar é manifesto e reiteradamente insatisfatório.

O que podemos observar, de modo geral, em alunos com dificuldades de aprendizagem incluem problemas mais localizados nos campos da conduta e da aprendizagem, dos seguintes tipos:

Atividade motora: hiperatividade ou hipoatividade, dificuldade de coordenação…..,

Atenção: baixo nível de concentração, dispersão…,

Área matemática: problemas em seriações, inversão de números, reiterados erros de cálculo …,

Área verbal: problemas na codificação/ decodificação simbólica, irregularidades na lectoescrita, disgrafías …,

Emoções: desajustes emocionais leves, baixa auto-estima …,

Memória: dificuldades de fixação …,

Percepção: reprodução inadequada de formas geométricas, confusão entre figura e fundo, inversão de letras …,

Sociabilidade: inibição participativa, pouca habilidade social, agressividade.

Bem, e daí? Somos professores e os alunos estão em nossas escolas, em nossas classes. O que fazer?

Assumamos com todos os nossos conhecimentos, com toda nossa dedicação, os princípios da normalização e individualização do ensino, optando pela compreensão ao invés da exclusão. Esta é uma visão que tenta superar a concepção patológica tradicional dos problemas escolares que se apóia em enfoques clínicos centrados nos déficits dos alunos e em tratamentos psico-terapêuticos em anexo aos processos escolares.

Partindo da realidade plenamente constatada que todos os alunos são diferentes, tanto em suas capacidades, quanto em suas motivações, interesses, ritmos evolutivos, estilos de aprendizagem, situações ambientais, etc. , e entendendo que todas as dificuldades de aprendizagem são em si mesmas contextuais e relativas, é necessário colocar o acento no próprio processo de interação ensino/aprendizagem.

Sabemos que este é um processo complexo em que estão incluídas inúmeras variáveis: aluno, professor, concepção e organização curricular, metodologias, estratégias, recursos. Mas, a aprendizagem do aluno não depende somente dele, e sim do grau em que a ajuda do professor esteja ajustada ao nível que o aluno apresenta em cada tarefa de aprendizagem. Se o ajuste entre professor e aprendizagem do aluno for apropriado, o aluno aprenderá e apresentará progressos, qualquer que seja o seu nível.

É óbvio a grande dificuldade que os professores sentem quando se deparam com alunos que se lhes apresenta como com “dificuldades de aprendizagem”. Nessa altura do artigo, coloco “dificuldades de aprendizagem” entre aspas, pois, muitas vezes me pergunto, se estas dificuldades são de ensino ou de aprendizagem. Ambas estão juntas, é difícil dizer qual das duas tem mais peso.

O que acontece quando o docente se esquece que a escola é um universo heterogêneo, tal como a sociedade? Devemos ter em mente que nem todos aprendem da mesma maneira, que cada um aprende a seu ritmo e em seu nível. Precisamos criar novos contextos que se adaptem às individualidades dos alunos, partindo do que cada um sabe, de suas potencialidades e não de suas dificuldades.

Didática: fator de prevenção

De acordo com Blin (2005) sem subestimar o efeito de fatores externos à escola, variadas pesquisas sobre a eficácia do ensino têm demonstrado a influência dos professores e da maneira como conduzem a ação pedagógica, não somente sobre a forma como se dá a aprendizagem dos alunos, mas também sobre o modo com que se comportam em aula. O conhecimento dos processos associados ao ato de aprender e uma prática didática capaz de facilitá-los pode minimizar grande parte dos problemas e dos rótulos colocados nos alunos com “dificuldades de aprendizagem”.

—"Ora, é impossível dar mais atenção para alguns alunos, com as classes lotadas e com o programa que tem de ser igual para todos. Somos cobrados pelos pais, principalmente os das escolas particulares". (uma professora de 4ª série do E.F I)

Segundo Perrenoud (2001) pode-se duvidar que, mesmo em uma classe tradicional em que se pratica o ensino frontal, que o professor se dirija constantemente a todos os alunos, que cada um deles receba a mesma orientação, as mesmas tarefas, os mesmos recursos. E, coloca três motivos para isto:

  • O professor interage seletivamente com os alunos e, por isso, alguns têm, mais que outros, a experiência de serem ouvidos ou questionados, felicitados ou repreendidos. Pergunta ele: quanto à comunicação não verbal, como ela poderia ser padronizada?

  • Mesmo nessas classes tradicionais, muitas vezes o trabalho é realizado em grupos, e o professor circula como um recurso para atender os alunos.

  • A diversidade dos ritmos de trabalho pode levar ao enriquecimento ou ao empobrecimento das tarefas. Assim, sempre há aqueles que terminam primeiro e têm tempo para brincar, ler, enquanto outros demoram para terminar e é preciso esperá-los.

Coloca ainda o autor: "Se considerarmos o currículo real como uma série de experiências, chegaremos, grosso modo, a uma conclusão evidente: o currículo real é personalizado, dois indivíduos nunca seguem exatamente o mesmo percurso educativo, mesmo se permanecerem de mãos dadas durante anos".

O que Perrenoud deixa claro, é que individualização de itinerários educativos é possível para os professores, pois ao invés de uma individualização deixada ao acaso, "pode ser feita uma individualização deliberada e pertinente dos percursos educativos às diferentes características, às possibilidades, aos projetos e às necessidades diferentes dos indivíduos".(obra citada)

Alunos que reprovam vários anos na mesma série são mais comuns do que se pode imaginar. Essas crianças sentem que a escola não foi feita para eles e se evadem. Segundo Freire (1999, p.35), “os alunos não se evadem da escola, a escola é que os expulsa”. Quem realmente falhou, o aluno ou a escola? Esses alunos reprovados retornarão no ano seguinte?

Uma criança curiosa que está descobrindo o mundo e suas possibilidades não progrediu nada em um ano, dois ou três. . . Isto nos faz questionar o atual sistema de ensino, pois, parece-nos que busca uma produção em série e com isso apenas evidencia as diferenças sem nada fazer por elas.

Vários autores, como Sara Pain, Alicia Fernández, Maria Lucia Weiss, chamam atenção para o fato de que a maior percentual de fracasso na produção escolar, de crianças encaminhadas a consultórios e clínicas, encontram-se no âmbito do problema de aprendizagem reativo, produzido e incrementado pelo próprio ambiente escolar. (WEISS et. al, 1999, p.46)

É importante considerar que a escola deve valorizar os muitos saberes do aluno, e que seja oportunizado a ele demonstrar suas reais potencialidades. A escola tem valorizado apenas o conhecimento verbal e matemático, deixando de fora tantos conhecimentos importantes para sociedade.

O sentimento de pertença deve ser estimulado, alguém acuado, jamais vai demonstrar as potencialidades que possui. Tornando o ambiente escolar acolhedor, aceitando a criança como ela é, oferecendo meios para que se desenvolva, já é uma garantia de dar certo o trabalho em sala de aula.

É necessário que os profissionais da educação adotem uma postura ética em relação ao aluno, que assim como eles convivem em uma sociedade excludente.

Portanto, diversificar as situações de aprendizagem é adaptá-las às especificidades dos alunos, é tentar responder ao problema didático da heterogeneidade das aprendizagens, que muitas vezes é rotulada de dificuldades de aprendizagens.

Bibliografia:

Blin, Jean-François. Classes difíceis: ferramentas para prevenir e administrar os problemas escolares. Porto Alegre: Artmed, 2005.

Lacasa, P. & Guzmán, S. (1997). Dónde situar las dificultades de aprendizaje? Transformar las aulas para superarlas. Cultura y Educación, 8, 27-48.

FREIRE, Paulo. A Educação na Cidade. São Paulo, SP: Cortez, 3ª ed,1999.

Perrenoud, Philippe. A pedagogia na escola das diferenças: fragmentos de uma sociologia do fracasso. Porto Alegre: Artmed Editora, 2001.

WEISS, Alba Maria Lemme, CRUZ, Maria Lúcia R. A Informática e os Problemas Escolares de Aprendizagem. Rio de Janeiro: Ed. DP&A, 1999.http://www.centrorefeducacional.com.br/adificeis.htm

As dificuldades de aprendizagem são decorrentes de aspectos naturais ou secundários são passíveis de mudanças através de recursos de adequação ambiental. As dificuldades de aprendizagem decorrentes de aspectos secundários são decorrentes de alterações estruturais, mentais, emocionais ou neurológicas, que repercutem nos processos de aquisição, construção e desenvolvimento das funções cognitivas.

As dificuldades de aprendizagem mais comuns são: Dislexia, Disortografia e Discalculia.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Dificuldades_de_aprendizagem

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Dificuldade na aprendizagem


As dificuldades na aprendizagem vem do espaço, ex: familiar, pois muitas vezes os pais por motivo de trabalho e tempo não podem proporcionar ou auxiliar a seus filhos nas tarefas escolares e nas leituras diárias. A falta de motivação,diversidade, cultura colaboram para as grandes dificuldades. Para sanar estes problemas o professor deverá trabalhar com aulas dinâmicas, rótulos, embalagens, bulas de remédios, receitas, jornais, revistas e assim, ser um educador participativo e interessado para obter resultado significativo.